Banguecoque

Passamos os últimos 3 dias da nossa odisseia de um mês e meio pelo sudoeste asiático em Banguecoque, uma megacidade que serve a melhor comida de rua do mundo! Não procuramos muitas atividades para fazer, preferimos antes deambular pelas avenidas vibrantes, cheias de vida, mundanas e coloridas onde tudo parece monumental e onde as pessoas não abdicam da vida de rua. Para nós, foi uma cidade mais para passear, comer e assimilar…

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Caminhamos até à margem do rio Chao Phraya. Embarcamos, num dos vários cais existentes, empurrados por uma corrente de pessoas, num dos inúmeros táxi-barcos que navegam contra e a favor das águas. As pessoas metem conversa porque querem, desinteressadamente, ajudar ou conhecer! Sim, podíamos ter apanhado um barco mais turístico, mais confortável, daqueles que param menos vezes e têm aqueles guias que repetem histórias que ninguém quer ouvir mas como os verdadeiros viajantes (seja lá o que isso for) têm tendência a fugir das armadilhas turísticas nós preferimos o barco mais autentico até porque era mais barato 💰. Desembarcamos perto do Grand Palace e aproveitamos também para visitar o vizinho Wat Pho onde o buda de ouro descansa deitado, depois passeamo-nos também pelo famoso Mercado dos Amuletos.

Apanhamos o autocarro para a ilha de Ko Kret, a 15 minutos do centro de Banguecoque. O cobrador pede-nos 2 bhats com os dedos em riste adivinhando que não sabemos tailandês e… bingo! acertou claro. Nós, depois de pagar, atiramos-lhe a única palavra que fomos capazes de aprender naquele pais – khop khun 🙏 (obrigado)

Na ilha, provamos sabores que o nosso palato não conhece e não identifica! flores de todas as cores cozinhadas com mel ou caramelo e muitas especiarias, chás estranhos, frutos exóticos e muitos doces completamente desconhecidos com cores venenosas que atraem até os menos gulosos 😋!

De regresso ao centro da cidade, percorremos a rua Khao San cheia de néones, vendedores de rua, cafés, restaurantes, lojas e pessoas, muitas pessoas, principalmente turistas que comem como se não houvesse amanha e vivem como se não houvesse noite. Há noite, sim, todos os dias. Nesta rua e na Soi Rambuttri. Música aos gritos porta sim porta sim, muito álcool, muitos jovens, foliões dançam como se todas as noites fossem “passagem de ano” e muitos outros negócios obscuros! Nós não ganhamos raízes aqui. Alugamos um quarto longe do barulho.  Experimentamos o sky-train, visitamos os mercados flutuantes e comemos como os tailandeses comem, mas com menos picante 🌶, muito menos 😜, visitamos os templos sagrados Wat Saket e o Golden Mount, e no bairro chinês entregamo-nos à tortura de uma massagem nos pés. No caminho para o nosso hotel, a T.T guest house, perdemo-nos porque ficamos sem bateria e consequentemente sem GPS! Voltamos a dar corda aos sapatos e quando, finalmente, entramos no nosso quarto os pés já pediam outra massagem!

Tai_Camb_Viet
Itinerário (2015): HoChi Minh City; Mekong Delta; Phenom Penh; Siem Reap; Battambang; Saloem Island, Kampot, Kep, Trat, Ko Kut; Kanchanaburi e Bangkok.
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2 Comments Add yours

  1. Daniela diz:

    Oie! Nunca tinha ouvido falar em Ko Kret! Fica a dica para a próxima parada em Bangkok!! Muito legal o post!!

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    1. adlribas diz:

      Sim, se gostares de experimentar coisas novas vale a pena. O mercado é muito bom! Obrigado pelo teu tempo 😉

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