Camboja, um país sedutor (1ª parte)

Entramos no Camboja por terra, abordo de um “sleep bus“, um autocarro que no lugar dos bancos tem camaratas. Em teoria, uma boa forma de rentabilizar tempo e dinheiro, pelo menos para quem conseguir dormir! De Ho Chi Min City, no sul do Vietname, até à fronteira circulamos muito devagar, até porque, o controlo aduaneiro só abre às 6h da manhã. Pagamos 35 dólares pelo visto e após mais meio-dia de viagem chegamos a Phom Pen, maçados pela trepidação das crateras no asfalto, inebriados pelos odores de alguns pés venenosos, ensurdecidos pela roncaria dos dormidores e entorpecidos pelo tempo da viagem mas também extremamente felizes.

Phom Pen é caótica mas carismática. A frente ribeirinha é charmosa mas mais para dentro as artérias são empoeiradas e tem uma atmosfera dos diabos com ar um pouco selvagem!

dani8

Na Asia a vida gravita muito à volta da comida, por isso, mal chegamos fomos ao mercado central para medir a pulsação da cidade e para comer deliciosas iguarias. O frenesim constante deste mercado confere agitação à cidade! A comida é sofisticada e demasiado tentadora, de maneiras que comemos muito e depois voltamos a comer ainda mais!

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A cidade é caminhável, mas depois de alguns quarteirões a pé compramos dois cocos fresquinhos e apanhamos um merecido tuque-tuque para visitar os museus, as pagodas e alguns templos.

Alugamos uma mota por 7 dólares para visitarmos os templos de Tonlé Bati. Estava um calor abrasador e pelo caminho cruzamos com muitos motociclistas locais que circulavam todos cobertos com roupa, achamos estranho! mas depois percebemos… apanhamos um grande escaldão. Ainda assim, o passeio é espetacular, a paisagem é incrível e o lugar respira um misticismo encantador, vale mesmo a pena.

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O nosso próximo destino foi Siem Reap. Compramos os bilhetes para o “sleep bus” numa agencia que nos deixou ficar em terra! O dono do hostel, um tipo simpático e prestável que está farto de ver estas ratoeiras para turistas em funcionamento, agarrou no tuque-tuque e conduziu-nos à estacão dos autocarros numa condução holioodesca mas, mesmo assim, chegamos tarde demais! Portanto ficamos mais uma noite e na manhã seguinte antes de apanharmos o autocarro na frente ribeirinha fomos presenteados com um nascer do sol raríssimo. Afinal, estávamos no lugar certo à hora certa. Sorte!

dani10

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